Tids and bits

Queridos,

Como foi o fim de semana de vocês?

Eu tive que fazer um trabalhinho, então não descansei tanto quanto estava precisando (alguém mais está sentindo que outubro está se arrastaaaando, tipo uma cena de Melancolia?).  Mas eu vi alguns amigos queridos <3, montei muuuito do quebra-cabeças com meu pai e Nanda, tomei açaí (saudadessss disso) e assisti The Voice. Uns mil episódios.

Bem, aqui estão algumas coisas que tenho visto por aí:

*Essa tirinha que um amigo me mandou me fez rir demais:

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*A praia da Barra está linda as always e foi muito bom finalmente ir lá (mesmo que por 20 minutos).

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*Neil Gaiman, autor de um dos livros mais doces que já li, The Graveyard Book, deu uma palestra sobre o papel da leitura de ficção e bibliotecas na modernidade. Ele kicks ass, definitivamente.

Algumas das partes que mais gostei:

“Fiction can show you a different world. It can take you somewhere you’ve never been. Once you’ve visited other worlds, like those who ate fairy fruit, you can never be entirely content with the world that you grew up in. Discontent is a good thing: discontented people can modify and improve their worlds, leave them better, leave them different.

And while we’re on the subject, I’d like to say a few words about escapism. I hear the term bandied about as if it’s a bad thing. As if “escapist” fiction is a cheap opiate used by the muddled and the foolish and the deluded, and the only fiction that is worthy, for adults or for children, is mimetic fiction, mirroring the worst of the world the reader finds herself in.

If you were trapped in an impossible situation, in an unpleasant place, with people who meant you ill, and someone offered you a temporary escape, why wouldn’t you take it? And escapist fiction is just that: fiction that opens a door, shows the sunlight outside, gives you a place to go where you are in control, are with people you want to be with(and books are real places, make no mistake about that); and more importantly, during your escape, books can also give you knowledge about the world and your predicament, give you weapons, give you armour: real things you can take back into your prison. Skills and knowledge and tools you can use to escape for real.”

*Por último:

Eu nunca achei o Adam Levine gatinho, mas ele tá de outro mundo nessa edição do The Voice. Aliás, what is uuup com esses programas de música que a gente não consegue parar de ver? Sou só eu? Oh, the thrill. :)

adam-levine-beard1

Uma semana linda para vocês!

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One thought on “Tids and bits

  1. Juuulia! Aqui na Europa, eu tô vendo tanto quebra-cabeça nas lojinhas dos museus que eu estou louca para montar um!!! Vou ter que levar um para fazer no Brasil!!

    E, como assim vc não achava o Adam Levine gatinho? Eu assisti as duas primeiras temporadas de The Voice e fiquei apaixonada por ele! Hahahaha…

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