Alguns filmes

No último fim de semana, eu vi três filmes sobre os quais queria falar aqui (ainda que pouquinho) e durante a semana vi um trailer maravilhoso que também quero compartilhar com vocês, mesmo que eu já esteja super atrasada para começar meu trabalho, hehehe :)

*Minha irmã me mostrou o trailer de Les Misérables! Até agora, eu só tinha visto esse mais curtinho (com a Anne cantando beautifully) e o estendido, que tinha entrevistas e o making of.  Foi muito legal ver cenas novas, estou super animada para ver esse filme! Adoro mega produções, e adoro o fato de que ele vai ser lançado no natal lá nos EUA. Aliás, se tem uma coisa que eu amo sobre os Estados Unidos é que eles sabem comemorar natal – o espírito natalino lá realmente está no ar, é incrível (ainda que seja muito comercial e blá blá blá). O que eu mais gostei no trailer novo foram as cenas da revolução, são muito exciting!

(acho a Amanda Seyfried tão linda com esses olhões)

E vale lembrar que a versão não musical da história também é linda, linda, linda e super bem feita ;)

*Sobre o 007, o que eu queria mesmo comentar é que eu adoro aquele charme de glamour antigo que a série tem (aliás, a música da Adele entrou tão bem nesse clima, eu adorei). Eu adoro o personagem do 007, adoro que, com todas as porradarias, ele continua lindo e impecável :) Ai, como sou boba, hahaha. Ah! E o Javier Bardem está tão engraçado como o vilão desse filme! O que ele faz que não fica ótimo, né? Se eu esbarrar com ele na Espanha terei um treco, hehe.

Além disso tem o meu querido Ralph Fiennes, que eu nunca paro de achar lindo e incrível ♥

Eeee paisagens maravilhosas da Escócia (como quero ir pra lá!).

*O Vivo Open Air me permitiu assistir O Poderoso Chefão em uma tela de cinema, e por isso virou meu evento predileto de cinema do mundo :) Como foi incrível assistir esse filme como se deve! Eu já tinha visto mil vezes, mas como boa pisciana com meio mapa em peixes, eu não lembrava de partes importantíssimas do filme e me assustei como se fosse a primeira vez com várias cenas, such a joy!

Além de ser um clássico do cinema, ter uma direção excepcional, uma trilha sonora maravilhosa, os atores mais charmosos da época (casaria com o Michael Corleone, mesmo ele sendo mafioso ♥), o filme mostra uma vilazinha muito adorável na Itália e me lembrou a viagem que eu quero fazer ano que vem pela qual estou mais obcecada, pelo campo italiano! Minha única decepção foi chegar em casa e descobrir que Corleone é super feia, nem um pouco como aquela vila romântica e bucólica retratada no filme.

*Last, but not at all least, Into the Wild virou meu novo filme predileto. Mentira, eu nunca conseguiria eleger um predileto! Mas certamente é um dos que mais se comunicaram com minhas ideias e aflições ultimamente. O filme é dirigido pelo Sean Penn e tem uma trilha sonora linda de morrer assinada pelo Eddie Vedder. Ele fala de uma história real, do Christopher McCandless, um menino que, depois de se formar, passou por um momento de crise (to say the least) com a sociedade e decidiu ir rumo ao Alaska sozinho, sem lenço e sem documento. Eu não vou ficar falando mais da história porque sou mestre em contar spoiler, mas o que importa é que é um roadtrip maravilhoso sobre juventude, sobre o que é viver, o que é a felicidade, o que vale a pena. A fotografia do filme é deslumbrante, dá vontade de entrar em um avião e ir rodar os Estados Unidos na hora.

Eu li duas críticas sobre o filme: uma da New Yorker e uma do New York Times. Eu achei a primeira uma pilha de asneiras de um bored adult que não compreendeu, ou pelo menos fingiu que não compreendeu, as aflições do Chistopher que motivaram ele a fazer essa viagem. A impressão que ele teve do filme foi, mais ou menos, que mostrava a história de um menino mimado que não soube dar valor às coisas certas. Eu discordo tanto, tanto, tanto dessa leitura. Eu acho que os questionamentos do filme são tão profundos, tão necessários e tão válidos e pertinentes. Não acho que seja uma coisa adolescente, acho que seja uma coisa jovem, e acho que ser jovem não depende muito de idade, o que me leva a concluir que o crítico era um vovô de espírito. A do NY Times já tinha outra visão totalmente diferente – em nenhum momento ela menosprezou as ideias e os sentimentos do personagem principal, e sim tentou ler como isso foi comunicado no filme. Gostei muito mais dessa.

O filme dialoga bem com essa questão, sobre a qual eu escrevi maaais que superficialmente. Vale muito a pena! Assistam! :)

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2 thoughts on “Alguns filmes

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