“Different languages highlight the varieties of human experience, revealing as mutable aspects of life that we tend to think of as settled and universal…”
A National Geographic desse mês está com uma matéria linda (e tão triste) sobre línguas que estão desaparecendo. A aluna de Letras que há em mim ficou emocionada com as fotos e os testemunhos.
O mais lindo da matéria é que eles exemplificaram termos de cada língua citada que não são traduzíveis para o inglês e é tão legal ver como cada língua tem suas peculiaridades, como ela carrega muito mais do que imaginamos – são quase viscerais.
Alguns dos exemplos que mais gostei foram:
Em Tuvan, čyttaar significa tanto um “beijo” quanto um “cheiro”, que é a maneira deles de demonstrar afeto (e nossa também, né? achei lindo ser a mesma palavra).
Ainda em Tuvan, songgaar significa “ir para trás” e, também, “futuro”. E burungaar significa “ir para frente” e “passado”. O nosso total oposto! E a explicação é genial: o que passou você vê, então está à sua frente; já o futuro, que ainda não conhecemos, fica atrás, onde não o vemos.
Em Seri existe uma palavra para designar “minha voz”, hihipon.
A leitura está imperdível. Leiam aqui e vejam as fotos com algumas palavras aqui ;)



