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Uma música

Vocês já viram o trailer de Boyhood (já falei dele aqui, muito rapidinho). Desde que eu vi o trailer pela primeira vez, estou apaixonada pela música que toca (que trailer bem feito e que música per-fei-ta). Hoje finalmente fui investigar qual era e achei: Hero, da banda Family of the year. Tô ouvindo no repeat.

Era isso :) Bom fim de semana para vocês. Prometo que vou fazer mais uns posts essa semana, pro pobre blog não ficar abandonado.

George

Pelos meus milhões de posts sobre o George aqui, vocês já devem suspeitar que ele é meu beatle favorito e um dos piscianos que eu mais amo no mundo, right?

Bem, meu amigo João acaba de me mostrar essa página, que tem selfies que o George tirou enquanto estava na Índia. É ou não é um visionário? ♥♥♥

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New York
November 10, 1958

Dear Thom:

We had your letter this morning. I will answer it from my point of view and of course Elaine will from hers.

First—if you are in love—that’s a good thing—that’s about the best thing that can happen to anyone. Don’t let anyone make it small or light to you.

Second—There are several kinds of love. One is a selfish, mean, grasping, egotistical thing which uses love for self-importance. This is the ugly and crippling kind. The other is an outpouring of everything good in you—of kindness and consideration and respect—not only the social respect of manners but the greater respect which is recognition of another person as unique and valuable. The first kind can make you sick and small and weak but the second can release in you strength, and courage and goodness and even wisdom you didn’t know you had.

You say this is not puppy love. If you feel so deeply—of course it isn’t puppy love.

But I don’t think you were asking me what you feel. You know better than anyone. What you wanted me to help you with is what to do about it—and that I can tell you.

Glory in it for one thing and be very glad and grateful for it.

The object of love is the best and most beautiful. Try to live up to it.

If you love someone—there is no possible harm in saying so—only you must remember that some people are very shy and sometimes the saying must take that shyness into consideration.

Girls have a way of knowing or feeling what you feel, but they usually like to hear it also.

It sometimes happens that what you feel is not returned for one reason or another—but that does not make your feeling less valuable and good.

Lastly, I know your feeling because I have it and I’m glad you have it.

We will be glad to meet Susan. She will be very welcome. But Elaine will make all such arrangements because that is her province and she will be very glad to. She knows about love too and maybe she can give you more help than I can.

And don’t worry about losing. If it is right, it happens—The main thing is not to hurry. Nothing good gets away.

Love,

Fa

(A carta é do Letters of note e eu queria deixar registrada aqui, já que esse blog frequentemente é um espacinho egoísta que me serve de memória :)

*Não sei onde eu vi a menina de Love Story, um filme de 1970, sendo citada como referência de estilo (aaacho que foi no Man Repeller), só sei que fiquei com vontade de ver o filme.

Eu nããão consegui me emocionar com aquela música. Minha amiga Cons, quando tinha uns 18 anos, cantarolava a tal música toda vez que ela queria zoar algum momento que deveria ser bonito. Desde então, a musiquinha virou cômica para mim. Já no quesito armário, eu queria o da Jenny para mim. Eu gostei de absolutamente todas as roupas que ela usa no filme e usaria hoje em dia sem nem piscar!

E, se por um lado eu amo imitar a Jane Birkin e cortar essa franja cretina sempre, por outro eu queria muuuito que ela crescesse para fazer uma vibe cabelo compridão partido ao meio. Aguardemos.

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*Minha amiga Luiza acaba de fazer a tatuagem mais linda que eu já vi, com o significado mais lindo (e olha que eu sou dessas que acha que tatuagem não precisa ter significado). Eis a lindeza:

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Gostei no nível se-não-fosse-minha-amiga-eu-copiava. E o que ela escreveu como legenda dessa foto foi:

To wear one’s heart on one’s sleeve and have one’s heart on one’s sleeve: Fig. to display one’s feelings openly and habitually, rather than keep them private.

Lindo, não? Tem tudo a ver com o meu momento.

Eu ia falar outras coisas mais, como diz o título do post, mas esqueci, de verdade, o que era.

Entonces, besos!

Para dar um oi!

Vou passar aqui muuuito rapidinho para dar  um oi e postar esse texto que li na New Yorker. Gente. Ele é enorme, mas eu amei, amei, amei. Fala sobre como nossas memórias são manipuláveis, sobre como reescrevemos nossas experiências com base no que estamos vivendo, cita Brilho eterno de uma mente sem lembranças e ainda tem um desfecho poético! Leiam!

De resto, ando curtindo a copa (muito animada!) e hospedando alguns amigos (um croata, o Bojan, que nos hospedou em Split – ainda tenho que postar as fotos – e um porto riquenho, o Jan, que conhecemos em Madrid). Ando fazendo altos programas turísticos e falindo um pouquinho a cada dia.

Juro que em algum momento vou parar para escrever mais, mas por enquanto deixo o artigo imperdível e algumas fotos que andei tirando do Rio.

Até!

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Novidade!

Agora que escrevi esse título lembrei de quando eu comprei minha passagem para a Espanha e falei aqui! As coisas passam tão rápido. Anyway, não vou divagar sobre o tempo. Queria contar que mudei de emprego!

Eu estava há 4 anos na Rajão, mas sempre senti muita falta de ter um trabalho no qual eu tivesse que lidar com coisas mais criativas. Acabava que eu sempre arrumava mil projetinhos criativos por fora para ter o que fazer com essa minha cabeça de pisciana, mas ficava exaaausta de fazer tanta coisa junta.

Agora estou trabalhando na Cobogó, uma editora que publica principalmente livros de arte. Essa foi minha primeira semana lá e eu adorei! Na verdade, estou ansiosa para pegar mesmo o ritmo do trabalho e enfiar a cara nos projetos, sabe? Mas bem, é importante começar pelo começo (ha) e acho que vou gostar cada vez mais de trabalhar lá.

É isso! Wish me luck! ;)

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